sábado, 7 de março de 2015

Dia Internacional da Mulher!


A vida é romântica aos olhos das mulheres, em seus planos elas avistam o puro amor. Tudo o que elas veem não passam de teses e a recompensa deste ato é o sofrimento e a dor. A vida mostra-se cruel com essas meninas, e mesmo os seus olhos as alertando para o perigo, elas fingem que acreditam que nada de ruim acena para elas. Um tanto de inocência ao pensar, assim: eu me engano. O que elas amam mesmo é serem amadas por seus pares, algo que às vezes não ocorre, aí, escolhem amar sozinhas, e assim, preencher as duas lacunas. Uma incoerência a mais neste terno ser. Estas mulheres se superam e resistem aos seus rompantes, vagando nas suas nuances diariamente. A impulsividade é marca registrada dessa classe maravilhosa. A emoção está a flor da pele sem contestação, assim elas sentem que o amor verdadeiro não as definha e fazem muito bem aos seus lindos corações. E o nosso Deus que é muito sábio, nos permitiu instituir o dia oito de março para comemorarmos o dia internacional da mulher, em homenagem a luta de mulheres de valor, que não se entregaram e morreram num enfrentamento pelos seus direitos ao encherem de força o seu interior, uma força quase divina, para lutar contras as injustiças enfrentadas por essa classe tão maravilhosa. Portanto, em homenagem a memória dessas mulheres de garra, devemos valorizar cada ação das mulheres dos nossos dias, principalmente as que amamos nos momentos mais importantes para elas, e assim, levá-las a se sentirem muito mais especiais, sempre que puder enviando-lhes flores: para as amigas flores amarelas pela cumplicidade, para a esposa ou namorada flores vermelhas pela paixão e fidelidade, para a mamãe flores laranja ou cor de chá pela renúncia, para as irmãs flores rosa pela vivência, para as filhas flores brancas pela gratidão e para mulher estranha flores diversas pela compaixão. Mas não se esqueça, mande flores para todas em agradecimento pelas gentilezas a nós demonstradas ao longo de suas vidas. Viva as mulheres!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Alarme Falso


Na véspera do dia cinco de fevereiro último, numa quarta-feira, o prefeito da cidade carioca, aquela mais conhecida como maravilhosa, anunciava a chegada de um ciclone. Ele estava tão convicto de que realmente o ciclone chegaria, que chegou ao ponto de solicitar no alerta, que os empresários liberassem o seu pessoal mais cedo do trabalho, algo que ele fez questão de fazer na prefeitura para dar exemplo. No amanhecer daquela quinta-feira o alvoroço começava com toda força e todos se preparavam para o pior, uma senhorinha, vizinha minha, estava muito preocupada com a divulgação do alerta e imaginava tudo de ruim para ela, pois a sua casa está situada abaixo do nível da rua. E no fim daquela tarde, quando o litoral da cidade foi tomado por um céu enegrecido, cheio de nuvens carregadas, ela se viu em suas imaginações com a sua casa totalmente submersa, e a vila em que mora sendo transformada numa nova Atlântida. Mas como “Deus é brasileiro”, segundo um ministro do governo federal, o ciclone não veio e o prefeito acabou se tornando alvo de gozações nas redes sociais, inclusive dos próprios filhos, como confidenciou a uma repórter. Teve piada para todos os gostos, mas duas me chamaram atenção pela criatividade, são elas: que a cidade não estava preparada para um evento desse porte, a outra era, que o evento foi cancelado por falta d’água no céu, fazendo uma analogia ao racionamento de água que atualmente ocorre no sudeste brasileiro, mas para os religiosos foi uma verdadeira profecia da carne, onde o prefeito tentou ser um pouco do profeta Elias, quando o mesmo viu uma nuvem do tamanho da mão de um homem e avisou ao rei Acabe que viria uma forte chuva, fato que ocorreu com precisão ao contrário do ciclone do prefeito carioca. Eu, particularmente, acredito na boa fé do prefeito e na sua responsabilidade como autoridade máxima, o que faz dele o responsável direto pelo bem estar da cidade e do seu povo, até porque, em algumas cidades vizinhas como: Angra dos Reis, Niterói, Xerém, Baixada Fluminense e parte da Região Serrana, ocorreram recentemente desastres ambientais provocados pelas chuvas, provocando muitas mortes.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Janeiro Quente Esse, Não!


Vivendo e aprendendo nestes dias que passam, pois estamos nos deparando com coisas velhas em trajes novos e dentro dessa nova roupagem quase não se dá para reconhecer o velho. E no obstante a questão de nossa nação a coisa vai de mal a pior, e tudo aquilo que se ouviu da candidata que ganhou o pleito na verdade era ao contrário, me levando a lembrar do seu antecessor, aquele que sempre fala ao contrário do que realmente está acontecendo. A falta d’água também é eminente e o racionamento na grande São Paulo uma triste realidade. O calor está chegando a níveis insuportáveis no Rio de Janeiro e, eu não sei mais o que faço para me refrescar. Esse ano vai ser mais difícil do que foi em quartoze, os juros estão subindo e os preços vão juntos para acompanhar a alta da inflação e quanto ao emprego? Eles estão sumindo aos pouquinhos e não vai demorar muito para termos uma multidão de desempregados. Outras coisas que se mostraram bastantes dúbias em nossa nação foram às reações do nosso governo frente ao massacre dos cartunistas franceses, me pareceu um tanto frio o sentimento de revolta e tristeza, na verdade, acho que não houve sentimento algum diante dos doze massacrados, mas pra que se indignar com essas mortes, já que no mesmo dia morreram cento e cinquenta e quatro brasileiros assassinados, ninguém se indignou, nem autoridade, nem imprensa e nem o povo. O que mais me chamou atenção neste episódio dos cartunistas foram os jornalistas se dizendo Charlie Hebdo, numa mostra de corporativismo oportuno, mas sem a precisão correta na analise da questão. Não estou aqui concordando com ataque nenhum, pois ninguém merece morrer por nada, foi isso o que aconteceu com os jornalistas franceses, morreram por nada, até porque, o deboche ateu aos religiosos, a falta de respeito ao credo alheio já era marca desse jornal, que por sinal era ignorada por muitos e não acrescentava nada para ninguém, só promovia a revolta desses terroristas islâmicos malucos e fundamentalistas. Diante de tanta truculência em resposta a liberdade de expressão, será que poderemos dizer que valeu a pena? Ou não poderemos afirmar isso? Uma coisa eu sei: mortos estão os cartunistas, mortos estão os terroristas, morta está à chance da paz existir entre oriente e ocidente, morta está à chance da paz reinar sobre a terra. Eu como cidadão de uma nação onde o cristianismo é a maioria e fazendo parte desse conglomerado de gente, não sou Charlie, e digo mais: não sou comunista, não sou terrorista, não sou islâmico. Eu sou cristão e faço parte de uma classe que o meu governo odeia, aquele que trabalha, da classe média, hétero e evangélico, portanto, reafirmo sem ódio algum: Não sou Charlie Hebdo e nem bolivariano! E você?