segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Casa Comigo - Soneto

Como poeta e amante que sou
Tenho autoridade para te falar
No amor sincero que lhe dou
E na arte poderosa de te olhar

Sensibilidade não me falta
Nem prazer, coragem e emoção.
Meu espírito sempre cobra
Ter você presa ao meu coração

Sentimento pra lá de verdadeiro
Não hesito falar dele com candura
Percebeu para que você veio? Não...

Meu amor por ti é loucura.
Vivo em meio aos meus devaneios
Mesmo assim, casa comigo ternura.

Um comentário:

ANA ROOS disse...

Que delícia de poema... Assim até eu aceito, rsrs

Brincadeiras à parte Djalma, esse poema demonstra muita sensibilidade!
Quanto carinho nestas palavras...
Amei!
bjus no coração