terça-feira, 23 de novembro de 2010

Colheita - Soneto

As flores sempre são colhidas
Com muita alegria e vasto amor
Só que o jardim da nossa vida
Não pode ter tristeza e rancor

Grave erro é julgar antecipado
Deus nos deu um amor imerecido
O mundo é um vácuo atormentado
Onde aquele que é bom é esquecido

O novo amanhecer trás esperança
Para quem viveu no sagrado terror
Quanto ao resto sobrou a vingança

De um Deus amoroso e justificador
Que não esquece aquele que o honrou
Com a sua vida e verdadeiro amor

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