quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Alma Inquieta - Poesia

Alma inquieta que chora aos prantos
Suspira enquanto ora de joelhos
No quarto fala dos seus desenganos
Não consegue se quer olhar no espelho

Chora e suspira por clemência
Crer que está sendo ouvida
Alma pura e cheia de inocência
Longe de Deus se vê como maldita

Mulher linda, de fé e amorosa.
Acredita que Deus escreveu a sua sina
Age sabiamente, é sempre esplendorosa!
Vive momento difícil em sua vida.

Esperança é a sua palavra de ordem
Sabe viver pela direção do espírito
Paciência só tem porque ela pode
Crer no Deus que já tinha lhe ouvido

Recebeu sempre as suas bênçãos
Seu Deus nunca lhe desamparou
Sua inquietude provocou tensões
Desnecessárias, pois a vitória chegou!

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