quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Porão das Almas - Poesia

Vivem agrupadas a gritar
Correntes que se arrastam
Sem alternativas de se livrar
Não há quem os afagam

Os gritos ouvidos são de pavor
Não suportam o calor ardente
Escravidão eterna e sem amor
Não existe saída infelizmente

Eterna dimensão, local de dor.
A antes viva esperança, se findou!
Não há nada o que fazer por amor
Tudo foi esquecido, já passou.

O porão das almas é triste
A incredulidade leva a ele
Ao ver o semblante em riste
Deus se entristece pra valer

Tem quem não acredite
Eu prefiro dele me precaver
O inferno para mim existe
E não quero pagar para ver.

2 comentários:

monsoresprado disse...

é verdade e como existe, e eu também nem quero ver, mas de boa intenção o inferno está cheio...

monsoresprado disse...

Devemos decidir aqui essa é a questão, de onde queremos ir, mais não é tão fácil não...