quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Real Ilusão - Soneto

Declevianas, deveras ilusões!
Neologismo pra lá desenfreado
Sentimentos sempre muito vãos
Leva a esquecer o ser amado

Nas entranhas do organismo
Nascem o egoísmo desarcebado
Na busca insana do idealismo
Até o seu amor é atropelado

O sonho quando não depurado
Tira a total leveza da vida
Deixando o seu autor atordoado

Mas quando o amor é acendrado
A realidade progressiva da vida
Torna o homem mais iluminado

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