terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Amazônia - Poesia

Vendo um raio de luz entre as árvores,
Senti-me um iluminado na aurora da manhã.
A bruma não conseguia impedir a minha visão,
Em harmonia com um momento único de ousadia.
A névoa me abraçava como uma grande amiga,
Revelava em si uma eterna e divina compaixão...
Os meus caminhos tornavam-se como um arco íris,
Que destila sua beleza nos encantos naturais.
Eu via animais terrestres e aves por todos os lados,
Mas nunca me cansava e queria sempre ver mais...
Na simplicidade da minha existência na terra,
Jamais pensei ser alcançado com tamanha benção.
Milagres da natureza que não perecem jamais,
Nas aventuras proposta por onde eu passava.
Segredos descortinavam-se diante da paisagem,
A vida generosa escreveu para mim essa história.
No cenário envolvido em cores criadas por Deus,
Ouvia o som da corredeira de águas escuras.
Quando cheguei junto à cachoeira, senti a mansa luz.
Meu coração bateu forte diante desse espetáculo.
Breves anos de conquistas emocionais na Amazônia,
Foram de grande valia para a minha humilde vida.
Revigorei minha alma já cansada e voltei a sonhar,
Agora confiante, vejo a felicidade mal compreendida!

3 comentários:

Aparecida Ramos disse...

Que belo acervo de imagens e memórias, Djalma! Viajei nessa sua fantástica emoção pela Amazônia, só de te ver falar dar para visualizar seus encantos e belezas naturais.
Aplausos por essa vida de desbravador de terras distantes!
Beijos ternos de boa noite pra ti!
Isis...

Fátima disse...

Oi Djalma.

Repletas de imagens lindas tuas palavras, ah um banho de cachoeira, saudade!!
E afinal penso e concordo que somos espíritos vivendo essa experiência humana, e por isso tudo vale à pena.

Beijo meu

LUZ disse...

Olá Djalma,

A Amazónia é um mundo.
Lhe deu experiências gratificantes e edificantes.

Beijos de luz.