terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Liberdade - Soneto

A liberdade está em seu interior,
Juntas nela estão à razão e emoção.
Como os escravos diante do opressor
Que se humilham por medo do tirano.

Ao deixar de falar da liberdade,
O homem novamente se escraviza...
Decorrem seus dias, sem cuidados!
As vossas noites sofrem fadigas.

As portas da cidade a testemunham,
Vossos lares prostram-se em adoração,
É a liberdade em vós se levantando...

A vergonha sofre arrogante altivez,
A inquietação quer sempre expulsar,
Quanto à liberdade, é sua hora e vez!

5 comentários:

Aparecida Ramos disse...

LIBERDADE!... que vocábulo mais lindo, sublime, sagrado... Penso que todas as pessoas deveriam possuir e exercer esse direito (com responsabilidade é obvio), no entanto, há os que sofrem por falta de liberdade e isso nem sempre acontece apenas com os que estão aprisionados, mas com muitas pessoas, inclusive mulheres que carregam nos ombros a pesada carga da opressão, da "pertença enquanto objeto" ao outro. Eu fico muito triste diante de situações desse tipo. O direito de pensar, se expressar, escolher, mudar de opinião não deveria estar subordinado, jamais a quem quer que seja. Amar de verdade a outra pessoa também significa entre outras coisas respeitar a liberdade do outro/outra. Desculpa pelo excesso de meu comentário. Aplausos, poeta querido a mais uma obra/produto do teu saber "incomum" rsrs. Tenha um lindo dia!
Beijos no seu maravilhosos coração.

Marly Bastos disse...

A liberdade é o alicerce onde se constrói a felicidade. Sem ela é impossível um viver pleno.
Beijokas

Kellen Bittencourt disse...

Liberdade é fundamental e rima com felicidade! Tudo de bom... Abraços

Fátima disse...

Olá,

Abro mão de tantas coisas por conta da liberdade...
Teu soneto clama em altivez.

Beijo meu

Canela Castela disse...

Olá Djalma, é um prazer ver você em meu blog.
Seja bem vindo
Beijos