sábado, 15 de setembro de 2012

Rompimento - Prosa Poética


Adeus... você sabe porque eu estou partindo... foram as suas atitudes de insolência, mas não fique triste... somente me esqueça...!

Infelizmente traístes a minha confiança, agora assuma as consequências do seu ato impensado...!

Para mim foi uma grande ofensa que sempre estive ao seu lado... foi uma escolha sua de momento, um duro golpe que deixou cicatriz...! 

Brincou com os nossos sentimentos, dei-te várias oportunidades e você não quis...!

Terei que apagar parte da minha vida e sentirei saudades completas, é a morte frustrando a dor, mas sobrevivo a cada uma delas...! 

Dos meus sentimentos restaram apenas mágoas e palavras não ditas, contudo ouvirei músicas para lembrar somente das coisas boas vividas...!

Saiba que o amor existe, ele é unidade e dualidade sem conflito e o amor maduro sempre diz que precisa da outra parte consigo...! 

Quanto às contradições, elas se dissolvem e a ficha cai... pena que quando isso ocorre, geralmente é tarde demais...!

Você trocou um amor verdadeiro que carrega em seu coração, por uma teoria pervertida de uma mente sem compaixão...! 

Atingiu com duro golpe aquele que tanto lhe honrou e, em anos tudo construiu... infelizmente em pouco tempo, você tudo apagou...!

Agora é um novo mundo para viver, o tempo passa e a fila anda... não tem mais nada o que fazer, a primordial confiança em qualquer relação acabou... só ficaram as marcas das feridas que você deixou...! 

Mas em pouco tempo, mesmo machucado e sem forças esquecerei da minha dor para dar volta por cima e ir a busca de um outro amor...!

Você negou a existência desse amor ancorado em bases sólidas, contaminando-se por lisonjas que atiçam os ouvidos da menina...! 

Agora eu vou a busca de um novo amor, alguém para amar de paixão... e nesse amor recomeçarei a plantar as flores do meu jardim...! 

Flores que um dia floriu o altar dos nossos corações... estou tentando novamente ser feliz.

Um comentário:

Valéria Souza disse...

O adeus é sempre triste, independente da circunstância que for. Beijos, Djalma.