segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O Poeta & o Pateta - Poesia



TAUTOGRAMA Letra "P" conto

Pedro Paulo Pinto Prestes Pereira,
Poeta Potiguar, persiste prosear...
Pelos possíveis problemas pintados.
Por participação patética Petrúcio,
Perdeu premiação, potencial poderio...

Petrúcio Policarpo Pupo Plínio Pinto,
Perneta pateta preferiu provocar,
Pela pequenez poder patriótico,
Poeta perturbador pagou pato preso.


Pessoas próximas, pessoas perdidas...
Perfilam perigo pintando provocação,
Porque proseada partiu país poderoso.

Povo pacífico parece perdido,
Precisa preparar-se para pior.

Período pesado, persiste prolongar protesto para perdoar poeta.

Pintou pizza pantaleonica
Palhaçada propicia pilantragem...

Percebendo prováveis pérolas palacianas,
Poeta pede paz para Petrúcio pateta,
Pinta polvorosa, plena problemática...

Propõe participação pelo país.
Presságio perdição, práticas pérfidas...
Possíveis problemas para povo,
Preocupação popular precisamente poderosa!

Perder produção, país perde progresso.
Permitir pessoal praticar preparação,
Proporciona pertinente porção provada.
Persuadiu povo produzir prosperidade,
Poeta, Petrúcio, plantaram paz.

O poeta ao ler um de seus textos fez provocação ao sistema, foi logo repudiado pelo entrometido Petrúcio. Mais tarde tudo o que proseou torno-se realidade, aí, o poeta buscou no desafeto Petrúcio, união para chamar o povo ao trabalho e para os protestos, acreditando que assim a produção se manteria firme e as investigações sobre as corrupções não terminariam em pizza.

2 comentários:

Filha do Rei disse...

Parabéns.O texto é um grande quebra-cabeça que soubeste com maestria encaixar cada pedra.
Tenha uma semana abençoada. Bjs

Sopa de Letrinhas da Leninha disse...

Perfeito Poeta, Parabens!