quarta-feira, 8 de maio de 2013

A Razão Sobrepondo A Fé - Mensagem de Texto


Sempre é bom analisar as coisas com bastante cuidado. Numa comparação entre a relação racional do ser com a fé que ele professa, eu pude perceber que a mesma tem levado muita gente a perder a própria fé, até porque, eles chegam à casa de Deus machucados e não recebem a palavra eficaz. Voltam para as suas casas decepcionados com tudo o que ouviram e se tornam céticos. Não tem a compreensão que deveriam ter a respeito de Jesus e de sua obra redentora, não se arrependem e não recebem o selo do Espírito Santo. Assim jamais sofrerão a regeneração tão necessária para o início da caminhada com Cristo. Não sabem que como nova criatura será justificada em Cristo e com isso, não sofrem o maravilhoso processo de santificação. Quem usa da racionalidade não consegue compreender esse processo.

No mundo dos viventes a capacidade de todo homem tem que está amparada numa razão determinada, plausível e bem sólida, senão o mesmo é considerado incapaz de se realizar com os princípios organizados em sua mente. A racionalidade em si é uma ideia dos estudiosos que teimam a tudo querer provar através de ações coletivas e coerentes, associadas ao convencimento lógico daquilo que se pretende acreditar. A razão procura em seu contexto descrever a relação da memória com as ações praticadas. A sua percepção tem como base o senso intuitivo embasado numa imaginação plausível. As experiências pessoais sofrem várias investigações por parte da razão do próprio ser, ela é exigente e detalhista no que tange avalizar e aprovar tais ações ou sentimentos.

Daí, muitos desprezam a fé em Deus para viverem guiados pelas suas próprias consciências racionais, continuam firmados no entendimento intelectual que possuem, como se este fosse totalmente eficaz e confiável para todos os fins. Creem que as verdades religiosas são aprendidas pela fé, mas sempre usando a razão para que a sua fé não seja considerada cega. Querem entender Deus através do próximo, mas usando da racionalidade para alcançar o conhecimento da verdade. Agora, quando alguém vê a possibilidade de mudança nos seus princípios racionais é sinal que talvez ele já esteja começando a se afastar do seu demasiado senso crítico (deixou de ser um crítico-pata).

Quando o homem busca ser um formador de opinião o seu poder racional aflora, a ponto de provocar situações de confronto real com a fé. O poder da mente é impressionante, ela possui uma capacidade inimaginável no que tange a coleta, processamento e distribuição de informações, mas quando o assunto é espiritual, faltam-lhe os parâmetros essenciais para sua avaliação, pois não há lógica nas coisas do alto.

E por mais que a ciência tente por em dúvida a Bíblia, o seu campo é limitado. Os seus avanços só corroboram através de evidências arqueológicas que as passagens bíblicas ocorreram de fato, e aquilo que não pode ser provado ficará eternamente como mito em suas mentes, pois o grande Deus só se revela a quem abre o seu coração de verdade, o deixando entrar para fazer morada, e nisto os pequeninos de Deus estão bem mais a frente que os próprios cientistas.

Quando a luz da razão usa como base a ciência, ela passa a ser a sua ferramenta mais importante em todas as esferas, porém, às vezes extrapola. Quando alguns achados sem grande importância tentam modificar verdades absolutas, são apenas especulações tentando tomar formas de verdades temporais, pois anos depois serão jogados por terra pela falta de precisão. Isso pode ser visto com bastante frequência, já percebeu quando falam dos períodos jurássicos ou da teoria da evolução ou mesmo pergaminhos com conteúdos duvidosos.

Nos textos bíblicos percebemos algumas ordens divinas que na visão racional dos homens são consideradas absurdas, entre elas podemos citar a construção da arca por Noé, o sacrifico de Isaque oferecido por Abraão, à luta de Gideão com trezentos homens portando cornetas ao invés de espadas contra um milhão de soldados midianitas, entre outras passagens. Isso mostra que ao buscarmos algum tipo de racionalidade na forma de Deus conduzir o seu povo, poderemos errar em desobediência, por querermos tudo de forma bem explicada.

A racionalidade é uma prática totalmente ateia, não faz parte do universo cristão e o Deus verdadeiro, quando quer, sabe convencer até o mais sábios dos homens. Quando o apóstolo Paulo falou sobre um culto racional, não foi nada mais do que uma advertência à prudência e não a descrença. Foi uma forma de conter a heresia. Com isso, não estou aqui dizendo que devemos abandonar o senso crítico e desprezar a razão, mas devemos sim, fazer bom uso dela, para fazermos a separação quando for necessário, entre ela e a fé.

Um comentário:

Filha do Rei disse...

Texto cheio de verdades:a fé não tem racionalidade.Deus não tem racionalidade.Tenha uma vida cheia de fá.Bjs