sábado, 26 de dezembro de 2015

Novo Ano


Ao nascer um novo ano, tudo ao redor é visto como prenúncio de novos sonhos, tudo é visto como promessa de mudança de vida...!

Quantas vezes você já pensou em mudar? Quantas vezes você já pensou em deixar para trás, amores não correspondidos...?


É, todo mundo passa por isso, mas poucos se determinam a mudar de vida... seria somente acomodação...?! Ou seriam outros os fatores que os impedem de decidirem a dar novas oportunidades a si próprios...?

A vida a dois é muito complicada, às vezes o casal demonstra se amar de verdade, noutras vezes parecem que se odeiam demais...!

Gente! A vida só se vive uma vez... para que dificultar a situação em demasia... porque não ceder em coisas sem nexos e vazias...!

A vida é assim mesmo, a história do amor se confunde com a história da dor... nela você poderá sentir lindas emoções a cada momento de carinho vivido, mas também poderá se sentir completamente amargurado, quando traído...!

É duro amar quem nunca te amou... é duro sentir-se enganado, mas é maravilhoso ser amado...!

O coração escreve histórias de amor... cada página traz histórias comoventes... quando triste faz as lágrimas rolarem, mas quando feliz o coração pulsa aceleradamente...!

Mostrem as suas qualidades... o amor faz de vocês pessoas incomparáveis... acreditem na libertação da mente... vocês são pessoas inteligentes...!

O brilho nos olhos reflete o sentimento da alma... o sorriso aformoseia o rosto, o deixando mais bonito... a alegria leva ao paraíso... e nada é mais belo do que um amor correspondido...!

Quando se é amado o corpo respira sedução... quando se é amado a alma fica enamorada... quando se é amado o amor evolui em emoção... e depois disso não se consegue pensar em mais nada.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Viva o verdadeiro natal


Todos os meses de dezembro são as mesmas coisas... o comércio bombardeia com as suas prateleiras cheias de novidades...!

Papai Noel espalhado por todos os cantos e para todos os gostos: altos, magros, gordos, barrigudos, alguns barbudos outros nem tanto, mas é natal...!

Será que o amor demonstrado durante o decorrer do ano não é mais suficiente? Não é o amor o presente mais valorizado...?

Dingolbel é natal. Onde está a política da boa vizinhança... onde está o amor fraternal... está esquecido o real motivo desta festa... ninguém fala mais em Jesus, a razão maior...!

Vamos orar, harmonizar novamente a família... eu aqui, você aí, juntos convocaremos todos os membros, para dizer que nos amamos mutuamente...!

O momento é agora... a família não pode mais esperar, não pode mais estar dispersa... e dos amigos? Devemos encurtar a distância... e quanto aos inimigos? Perdoá-los de verdade...!

Entre nós existe algo maior, ele tem nos atraídos cada vez mais... é o amor divino, onde cada um sabe que do outro lado tem alguém que ora por ele...!

Dingolbel é natal. O círculo de amizade aumenta a cada dia... a Internet traz a nós, pessoas que noutras épocas seriam impossíveis de serem  nossos amigos...!
           
Estabelecemos objetivos comuns dentro de conversas francas... tornamo-nos uma família real e coesa, pois Cristo é o nosso Rei com certeza...!

Somos seus súditos, seus filhos, seus irmãos, amigos e servos... somos um povo reunido sobre a terra, em prol de um novo amanhecer junto a ele...!

Dingolbel é natal. Na web é crescente a corrente do bem... lugar onde se reúne aqueles que de Cristo não esquecem também... como eu e você, ainda bem...!

São tantos a fazerem a diferença que se torna impossível citar alguns para evitar injustiças...!

Homens e mulheres de Deus... servos unidos pelo nome seu... obstinados em fazer a sua vontade... conscientes e sérios... convertidos de verdade.

Portanto, viva eu, viva você, viva o natal...! Mas viva mesmo o nosso querido papai do céu.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

O artifício da mentira


Se o diabo tem uma paternidade eu posso até acreditar, pois a bíblia afirma ser ele o pai da mentira, mas isso não nos dá o direito de viver nessa mentira. A mentira nunca foi a melhor saída para a resolução dos problemas, até porque, explicá-la sempre dá mais trabalho. Mas porque se tem mentido tanto nos dias atuais? Não é novidade alguma que as pessoas mentem sem a menor cerimônia, existem pessoas que mentem que nem sentem, mas torná-la corriqueira é o que tem me preocupado. Hoje vemos especulação nas bolsas de valores destruindo fortunas que levaram anos para serem construídas, a última campanha para presidência de nossa nação foi um festival de mentiras para a conquista da vaga. Antes as mentiras estavam limitadas as conquistas amorosas e para as justificativas de faltas ao trabalho, pois mentir nesta época era feio. Hoje a mentira é corriqueira, mente-se por tudo, como se justificasse os fins por ela pretendidos. A vida não precisa desse artifício para sobreviver às adversidades que certamente encontrará pela frente e a palavra não precisa ser varrida do rol dos contratos, assim como o aperto de mão. No passado ela era similar à assinatura de contrato junto com o aperto de mão, eles resolviam quase todos os problemas, mas a correria atual não permite mais se acreditar nas palavras das pessoas e nos leva desconfiar até de determinados documentos que assinamos, pois a mentira nem sempre vem sozinha ou desnuda, muita vezes, ela vem acompanhada de falsos contratos para enganar as pessoas de boa fé, aquelas que por serem fiéis nos contratos e na palavra empenhada, quase sempre acredita que o outro goza da mesma credibilidade que a sua. A desonestidade virou palavra de ordem neste terceiro milênio, e está se espalhando com muita rapidez pelos meios eletrônicos com a desculpa da defesa da autoimagem. No mais, eu posso afirmar que as pessoas que falam sempre a verdade estão entrando em extinção, enquanto isso, praticantes da mentira, alguns até profissionais dentro dela, estão proliferando como uma praga mundo afora. Mesmo assim, eu não canso de falar, a verdade ainda é o melhor negócio.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

A crise governamental


Na Avenida Paulista se encontraram dois manifestantes. O primeiro de verde e amarelo perguntou ao de vermelho:

– Você acredita no que o governo diz sobre a corrupção?
– Certamente! Não há corrupção. A distribuição de verbas do tesouro atende aos menos favorecidos, essas benesses igualam os cidadãos, isso já justificaria os rombos no caixa.
– Bobagem, ninguém é igual, quem não luta não tem direito a nada, é a política do merecimento que está em curso independente de qualquer coisa. Quer ter? Estude e trabalhe!
– Eu não sei o porquê de tanto ódio de vocês coxinhas, elite branca que nos exploram e concentram as riquezas da nação.
– Isso é um absurdo! Trabalhamos e pagamos impostos para vocês quererem mamar nas tetas do governo eternamente.
– Não existe mamata quando não há igualdade, devemos eternizar as cotas até que as desigualdades sejam revertidas, senão continuaremos escravos em nossa própria terra.


Bem, eu não sei exatamente como será depois, mas o juiz do Paraná equilibrará a balança da justiça, aí acabará o pão com mortadela devolvendo a governabilidade que foi perdida. Assim espero, disse o verde e amarelo encerrando a conversa.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Ciclovia não resolve

  
Ao contrário do que muita gente acredita, o Código Brasileiro de Trânsito valoriza a vida, não o fluxo de veículos. A preocupação é com a integridade física dos diversos atores do tráfego, sejam eles motoristas, motociclistas, ciclistas ou mesmo pedestres. Parece-me que agora descobriram a roda outra vez, na verdade “duas rodas”, e sem motor que lhe atrapalhe, com a finalidade de resolver os problemas do trânsito nas cidades, essa é a solução das prefeituras pelo Brasil afora. Nas ciclovias espalhadas pelo país, muitas se quer têm o estudo necessário para sua implantação. A cidade de São Paulo está marcada de vermelho, lembrando o nascituro petista, quanto ao Rio às facas andam de mão em mão, mas dos menores é claro, em meio às ciclovias na zona sul da cidade onde esperam as suas vitimas, aquela gente possuidoras de bicicletas valiosas, para roubarem e depois repassá-las para seus receptadores nas comunidades onde moram juntos a esses delinquentes chamados “di menores”. Mas, voltando às bicicletas: Como fazer centenas de quilômetros em torno da cidade sem trazer riscos aos usuários do ciclismo? Não é uma tarefa fácil como um simples riscar dos cantos das ruas, vai muito mais, além disso! Quem pretende tornar comum a prática do ciclismo deve estudar bairro a bairro, interditar e estreitar as ruas paralelas as principais, interligando os bairros gradativamente, criando assim, espaços para o livre transito e os estacionamentos para elas, os chamados bicicletários. Contudo, não se para por aí, a educação através da propaganda é fundamental para evitar acidentes que podem tirar a vida de muita gente. A falta de respeito em nossa nação anda em alta e tirar esse ranço da sociedade tão truculenta como a nossa leva um pouco de tempo. O governo ao longo dos últimos anos incentivou a venda de carros, hoje para cada dois cidadãos de uma cidade um tem veículo, a maioria vai trabalhar de carro e não dá carona a ninguém e usa um terço do espaço utilizado por um ônibus, que leva só sentado cerca de quarenta e cinco pessoas, resultado? O transito das grandes cidades deu um nó! Não adianta ficarem desalojando as pessoas de suas casas para alargar as vias, as cidades estão saturadas e a solução não pode ser somente as bicicletas, passa pela criatividade dos engenheiros de tráfegos, pela fabricação de carros menores, por construção de novas ferrovias e metrôs. Por exemplo, em Nova York tem mais de quatrocentos quilômetros de metrô, enquanto no Rio só noventa, lá é como uma teia de aranha, metrô para todos os lados, aqui parece uma minhoca, só alonga a linha existente. No obstante ao assunto, a população não é nada solidária com o poder público e não faz questão de facilitar para ninguém, e por isso, qualquer tentativa de convencer a deixarem seus carros na garagem não vão prosperar. Daí eu vejo a necessidade das autoridades do momento, buscarem uma saída inteligente sem precisar contar com os cidadãos de suas respectivas cidades e nada mais.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Idade da loba


Duas amigas balzaquianas, no auge dos seus trinta e poucos anos, pensavam no que fazer quando chegasse à idade da loba. Para quem não sabe, essa idade começa aos quarenta e dura aproximadamente até os sessenta anos. Essas duas diziam que essa fase da vida é maravilhosa, e que a partir daí, os seus planos seriam desenhados entre diálogos e mais diálogos, veja: 

— A maturidade que nos aguarda é maravilhosa, esse envelhecimento não nos fará mal algum, os nossos filhos já estarão criados, os valores familiares muito mais aprofundados, aí poderemos então, pensar um pouco em nós mesmas – disse primeira.
— Viajarei bastante, buscarei novos amores, eu disse “novos...” A idade da loba vai bater fundo na minha sexualidade e não perderei tempo – respondeu a segunda.
— Quanto às ideologias, elas devem ser deixadas de lado em nome da modernidade. Hoje as mulheres de sessenta se equiparam as de quarenta da minha época de criança. Elas são muito mais voluntariosas, usam biquines nas praias, pulam de paraquedas, fazem aulas de dança, curtem a noite, e algumas, além de trabalhar estão voltando para as universidades. Essa mulherada não está vacilante, age em qualquer área que se possa pensar – afirmou à primeira.
— Isso é mágico! Veja quantas oportunidades à vida oferece depois de termos curtido a maternidade e criado os nossos filhos. Alcançaremos tudo o que quisermos, e com muito mais rapidez do que no tempo de jovem, pois não desviaremos dos objetos de desejo pretendido enquanto não os conquistarmos – disse a segunda.
— E a vantagem de ser madura faz com que saibamos pisar nos terrenos mais íngremes e tortuosos. Estudaremos cada centímetro a ser conquistado, enxergaremos de longe as intenções dos corações dos que se aproximarem, e decifraremos se os gestos são de gentileza ou interesseiros. Seremos como olhos de águia que veem ainda estando longe e alçaremos voos altos em nossas finalidades – completou a primeira encerrando o diálogo.

Podemos então, afirmar que o instinto de sobrevivência nesta fase da vida é maravilhoso, até porque, não se pode subestimar a inteligência de uma fera experiente como as mulheres loba. Dificilmente elas serão enganadas pelos seus corações, as paixões vão aquecê-las, mas não irão tirá-las do eixo. A vivência falará mais alto neste momento e o tédio passará bem longe delas. Pois a mulher quando sábia aproveita com toda profundidade os seus momentos de felicidade, vive as suas nostalgias com alegria e às vezes se permite viajar na utopia. O tomar de decisão dessa classe maravilhosa é sempre contundente, pautado numa sobriedade tamanha para não provocar desequilíbrio no meio em que vive ou esteja casualmente envolvida, seja ele familiar, profissional ou outro qualquer.

Em resumo, a mulher loba tem um coração contrito, apaixonado, sincero e romântico, contudo, não se pode tentar enganar uma mulher dessa e depois voltar com uma desculpa esfarrapada, não vai colar! Essas mulheres se realizam no seu lar, no seu casamento e relacionamentos, mas não são dependentes do sentimento alheio, a sua verdadeira felicidade não está amparada no outro, mas em si mesma, o seu amor é fruto de uma pessoa bem resolvida. Portanto, sendo casada, solteira ou enrolada as lobinhas não dão descanso para vida, elas vivem cada minuto como se fosse o ultimo, com coragem e desprendimento para não estragar as expectativas de cada momento criado, fruto de um amadurecimento vivido, após o período balzaquiano.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Estado Laico



O Ateísmo crescente te se esforçado para retirar das Câmaras Legislativas nacionais os religiosos. Quando digo religiosos refiro-me aos evangélicos. Esse ateísmo crescente em nossa nação está amparado no marxismo ideológico presente no coração do Brasil, isso porque, o partido presidencial ampara, patrocina e coordena todas as ações que possam trazer perturbações a crença, com a finalidade de a mesma vir a descer ao nível em que se colocam, para serem participantes de debates infelizes, e assim, ser rejeitada pela sociedade brasileira, recebendo o rótulo de fundamentalista e conservadora ao extremo. O jogo deles é mais sujo do que se possam imaginar, e não medem esforços para atingir os seus objetivos. Esquecem que o estado laico não é um estado ateu, e sim, um estado de respeito mútuo entre todos os seguimentos religiosos, teológicos, ideológicos e ateístas, onde um não pode exercer influencia sobre o outro com apoio do meio publico. Esquecem que os preceitos morais constitucionais estão amparados numa sociedade moderada, com fins, de proteção da família e consequentemente da nação. Daí a necessidade do parlamento brasileiro ter a liberdade amparada na democracia para o debate de ideias coerentes, e juntos, escolherem o que é melhor para a sociedade, independente de qualquer principio, mas com a honestidade necessária numa boa decisão, onde terá o apoio maciço da sociedade em questão. Mas infelizmente isso não ocorre, e o pior, é que esses tidos como minoria, tem se valido de instrumentos poderosos para driblar esses debates. Eles têm usado os instrumentos da justiça (que está aparelhada) e do Ministério da Educação (que pertence ao partido presidencial), através do PNE (Plano Nacional de Educação), que por consequência, acaba dando algumas canetadas ideológicas. Essa ideologia, implantada pela beirada, está sendo lançada goela abaixo do povo brasileiro. Esse comunismo bolivariano não respeita o contraditório, ele afronta e rotula qualquer um que se coloque em seu caminho, destrói, se puderem verdadeiras biografias em nome de sua intolerância. São verdadeiros ditadores disfarçados de democratas, mas não gostam da liberdade do povo e nunca lutaram por ela. São dissimulados nas defesas de suas causas, agindo sempre por trás, e não há sintonia entre as suas palavras e seus atos. E por isso, todo cuidado é pouco com essa gente.

sábado, 13 de junho de 2015

Festa Junina


Que saudade das festas juninas do meu Rio de Janeiro. A igreja católica se engajava pra valer em comemoração aos santos reverenciados neste mês, são eles: Antonio, João e Pedro. A quermesse não decepcionava para fazer acontecer à festa junina no pátio da igreja próximo a minha residência. Lembro-me que antigamente, lá pelos anos setenta e início de oitenta, no mês de junho a população se movimentava como um todo. As ruas eram enfeitadas com bandeirinhas coloridas, os bambus limitavam a extensão do espaço da rua utilizado formando um arco, as barracas não podiam faltar principalmente a de pescaria, maçã do amor, a de arremesso de meias nas latas empilhadas, entre tantas outras. As quadrilhas disputavam palmo a palmo qual era a melhor e todos se atreviam dançar, até as escolas tinham o evento popularmente chamado de caipira, as mães participavam atentamente para que seus filhos dançassem com os coleguinhas de classe e a parte que eu mais gostava de assistir era o casamento. Os baloeiros nos recepcionavam com enormes e lindos balões e armações pra lá de criativas, mas hoje virou crime soltar balões por causa dos riscos de incêndio. Já em torno de nossas residências não faltavam às fogueiras para assar batatas e nos aquecer junto a um quentão maravilhoso diante de um inverno bem friento. Esta época era propícia para o inicio de novos relacionamentos amorosos, novas amizades e uma interação maravilhosa entre a vizinhança. Mas hoje tudo parece ter esfriado, as pessoas andam muito distantes umas das outras, as festas populares como a junina já não as atraem mais e a colaboração tão desejada no passado ficou para trás, não existe mais interesse de uma maior aproximação. O mundo mudou para pior e o maior reflexo é a distância provocada pela mudança de relacionamento, que deixou de ser aquela aproximação tão natural para ser uma relação online, mais cômoda e fria, sem verdade alguma, não tem mais o famoso olho no olho, uma pena!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

O Esforçado e o Preguiçoso!


Assim diz o esforçado: Dia 1º de maio é dia do trabalho ou do trabalhador? Não importa! É uma relevante conquista e temos que celebrá-la com afinco junto aos nossos familiares. Digno é o trabalhador do seu salário disse o nosso grande Apóstolo Paulo e cada um cumpre sua missão para não deixar mal o seu patrão e nem a família na mão! Um trabalhador decidido não tem medo da vida, é digno de vivenciar os seus objetivos e quem vive com propósito de sucesso nesta área, motiva só quem pensa em crescer na vida. Ser alguém que acredita nos sonhos realizados através do trabalho é maravilhoso e ser o primeiro é objetivo de todos. Ser pioneiro é coragem de um grande desbravador! Ser somente um no meio é para os outros, mas ser dia primeiro de maio é ser dia do trabalhador. Trabalhar por necessidade é obrigação de todos, trabalhar por prazer é inspiração, trabalhar sem sonhar é triste, mas trabalhar com objetivos traçados é ser vencedor! Vamos reverenciar esse lindo dia onde o trabalhador conhece o seu grande valor e não vamos esquecer que essa gente leva o nosso país ao topo no exterior. Porém, assim diz o preguiçoso: Dia 1º de maio é dia do trabalho ou do trabalhador? Eu não quero nem saber, eu ignoro tudo isso e ainda mataria quem o inventou! Só que ele não sabe que não pode matar o Criador. A palavra de Deus diz que o preguiçoso deveria aprender com as formigas para não sofrer com a chuva, o frio e a fome que sempre vem. Mas os preguiçosos geralmente só querem saber de bebidas, pois alcoolizados atenuam as frustrações de suas vidas. Essas pessoas patéticas não tem motivação para combater nada, até mesmo a inércia! Preguiça é um estilo de vida para alguns e uma tentação para muitos, no entanto, para o homem lutador a preguiça é pecado. No obstante a questão: na disputa do esforçado e o preguiçoso, um sonha e corre atrás para que o seu sonho se torne realidade, já o outro vê somente as dificuldades e vive a procurar desculpas que lhe servirão de motivo, por não ter conseguido alcançar o seu objetivo. E o maior exemplo que fica como frutos dessas duas vidas são: Os esforçados que trabalham têm em suas conquistas os frutos que servirão de exemplo para a sua posteridade, e na maioria dos casos, até servem como alicerces para essas vidas que estão chegando ao mundo, pois o seu amparo legal é fundamental para o crescimento dessas novas gerações. No que tange ao preguiçoso, os seus frutos já nascem condenados à fome, a miséria e a violência gratuita, que vem de todas as partes e ele não tem como protegê-los, pois não conseguiu acumular bênçãos oriundas dos seus esforços, pois eles nem existiram, daí fica toda a sua linhagem entregue a própria sorte.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Aedes Aegypti


O número de casos de dengue registrados no Brasil em 2015 já é 240% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, em São Paulo com 257.809 casos confirmados, concentra mais da metade dos casos do País. O número é quase 700% maior que o mesmo período do ano passado, quando 35 mil pessoas foram infectadas. Quando tomamos ciência do número de pessoas atingidas pela picada do Aedes aegypti em São Paulo, percebemos se tratar de uma verdadeira epidemia. Aí nos remetemos a falta d'água que o estado está sofrendo a mais de um ano, pessoas estocando água de todas as formas irregulares possíveis, até quem não tem as mínimas condições de fazê-lo têm feito por necessidade, além da falta de políticas publicas, isso também pode ter concorrido para o agravamento da doença no estado. É pessoal, lá se vai o tempo em que o pernilongo era o maior perturbador do nosso sono, as chamadas muriçocas ou carapanãs, entre tantos outros nomes regionais dados a esses aprendizes de vampiros nos tem deixado saudade. Lembro-me das noites de verão quando eu ia para o interior, era um maior do que o outro, eles não davam sossego, enquanto um tocava uma sonora música ao pé do ouvido para nos distrair outros se alimentavam de nossas pernas descobertas. Algumas picadas machucavam pra valer já outras pareciam que os locais eram anestesiados antes das picadas. Ao amanhecer dava a impressão de que tínhamos adquirido catapora de tantas picadas, mas no decorrer do dia a vingança era certa, pegávamos os bichinhos dormindo com as suas barriginhas vermelhinhas do nosso liquido precioso. Numa só pancada eles explodiam, ia sangue para tudo quanto é lado, as pinturas das paredes não resistiam as tantas marcas de sangue, as nossas mãos traziam o que sobrou dos pobres mosquitos mergulhados numa poça de sangue humano, até porque, quando estão de barriga vazia, ao matá-los não há vestígios de nada vermelho no seu corpo, fica tudo amarronzado. Mas era uma luta leal, eles pela sobrevivência, nós para nos livrarmos do incomodo noturno e daquelas marcas desagradáveis que perduravam por alguns dias. Toda noite havia guerra, seja no interior ou na cidade, em maior ou menor número a lutar era franca e nós sempre vencíamos pelo tamanho, força e tecnologia. Mas agora parece que eles formaram uma tropa de elite, não querem somente se alimentar do nosso sangue, eles querem nos exterminar, vingar os entes queridos do passado. O Aedes aegypti tem semelhança com o Estado Islâmico, destrói tudo o que ver pela frente, seja rico, ou seja, pobre o mosquito sempre vem! E mesmo com a luz no fim do túnel que apareceu, através dos estudos científicos que passaram a criar essa classe de mosquito em laboratório, percebesse que ainda não é o fim, a caminhada é longa nesta luta, mas acredito que juntos as campanhas publicitárias, a conscientização da população e os esforços dos cientistas, em longo prazo resolverão este problema.

sábado, 7 de março de 2015

Dia Internacional da Mulher!


A vida é romântica aos olhos das mulheres, em seus planos elas avistam o puro amor. Tudo o que elas veem não passam de teses e a recompensa deste ato é o sofrimento e a dor. A vida mostra-se cruel com essas meninas, e mesmo os seus olhos as alertando para o perigo, elas fingem que acreditam que nada de ruim acena para elas. Um tanto de inocência ao pensar, assim: eu me engano. O que elas amam mesmo é serem amadas por seus pares, algo que às vezes não ocorre, aí, escolhem amar sozinhas, e assim, preencher as duas lacunas. Uma incoerência a mais neste terno ser. Estas mulheres se superam e resistem aos seus rompantes, vagando nas suas nuances diariamente. A impulsividade é marca registrada dessa classe maravilhosa. A emoção está a flor da pele sem contestação, assim elas sentem que o amor verdadeiro não as definha e fazem muito bem aos seus lindos corações. E o nosso Deus que é muito sábio, nos permitiu instituir o dia oito de março para comemorarmos o dia internacional da mulher, em homenagem a luta de mulheres de valor, que não se entregaram e morreram num enfrentamento pelos seus direitos ao encherem de força o seu interior, uma força quase divina, para lutar contras as injustiças enfrentadas por essa classe tão maravilhosa. Portanto, em homenagem a memória dessas mulheres de garra, devemos valorizar cada ação das mulheres dos nossos dias, principalmente as que amamos nos momentos mais importantes para elas, e assim, levá-las a se sentirem muito mais especiais, sempre que puder enviando-lhes flores: para as amigas flores amarelas pela cumplicidade, para a esposa ou namorada flores vermelhas pela paixão e fidelidade, para a mamãe flores laranja ou cor de chá pela renúncia, para as irmãs flores rosa pela vivência, para as filhas flores brancas pela gratidão e para mulher estranha flores diversas pela compaixão. Mas não se esqueça, mande flores para todas em agradecimento pelas gentilezas a nós demonstradas ao longo de suas vidas. Viva as mulheres!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Alarme Falso


Na véspera do dia cinco de fevereiro último, numa quarta-feira, o prefeito da cidade carioca, aquela mais conhecida como maravilhosa, anunciava a chegada de um ciclone. Ele estava tão convicto de que realmente o ciclone chegaria, que chegou ao ponto de solicitar no alerta, que os empresários liberassem o seu pessoal mais cedo do trabalho, algo que ele fez questão de fazer na prefeitura para dar exemplo. No amanhecer daquela quinta-feira o alvoroço começava com toda força e todos se preparavam para o pior, uma senhorinha, vizinha minha, estava muito preocupada com a divulgação do alerta e imaginava tudo de ruim para ela, pois a sua casa está situada abaixo do nível da rua. E no fim daquela tarde, quando o litoral da cidade foi tomado por um céu enegrecido, cheio de nuvens carregadas, ela se viu em suas imaginações com a sua casa totalmente submersa, e a vila em que mora sendo transformada numa nova Atlântida. Mas como “Deus é brasileiro”, segundo um ministro do governo federal, o ciclone não veio e o prefeito acabou se tornando alvo de gozações nas redes sociais, inclusive dos próprios filhos, como confidenciou a uma repórter. Teve piada para todos os gostos, mas duas me chamaram atenção pela criatividade, são elas: que a cidade não estava preparada para um evento desse porte, a outra era, que o evento foi cancelado por falta d’água no céu, fazendo uma analogia ao racionamento de água que atualmente ocorre no sudeste brasileiro, mas para os religiosos foi uma verdadeira profecia da carne, onde o prefeito tentou ser um pouco do profeta Elias, quando o mesmo viu uma nuvem do tamanho da mão de um homem e avisou ao rei Acabe que viria uma forte chuva, fato que ocorreu com precisão ao contrário do ciclone do prefeito carioca. Eu, particularmente, acredito na boa fé do prefeito e na sua responsabilidade como autoridade máxima, o que faz dele o responsável direto pelo bem estar da cidade e do seu povo, até porque, em algumas cidades vizinhas como: Angra dos Reis, Niterói, Xerém, Baixada Fluminense e parte da Região Serrana, ocorreram recentemente desastres ambientais provocados pelas chuvas, provocando muitas mortes.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Janeiro Quente Esse, Não!


Vivendo e aprendendo nestes dias que passam, pois estamos nos deparando com coisas velhas em trajes novos e dentro dessa nova roupagem quase não se dá para reconhecer o velho. E no obstante a questão de nossa nação a coisa vai de mal a pior, e tudo aquilo que se ouviu da candidata que ganhou o pleito na verdade era ao contrário, me levando a lembrar do seu antecessor, aquele que sempre fala ao contrário do que realmente está acontecendo. A falta d’água também é eminente e o racionamento na grande São Paulo uma triste realidade. O calor está chegando a níveis insuportáveis no Rio de Janeiro e, eu não sei mais o que faço para me refrescar. Esse ano vai ser mais difícil do que foi em quartoze, os juros estão subindo e os preços vão juntos para acompanhar a alta da inflação e quanto ao emprego? Eles estão sumindo aos pouquinhos e não vai demorar muito para termos uma multidão de desempregados. Outras coisas que se mostraram bastantes dúbias em nossa nação foram às reações do nosso governo frente ao massacre dos cartunistas franceses, me pareceu um tanto frio o sentimento de revolta e tristeza, na verdade, acho que não houve sentimento algum diante dos doze massacrados, mas pra que se indignar com essas mortes, já que no mesmo dia morreram cento e cinquenta e quatro brasileiros assassinados, ninguém se indignou, nem autoridade, nem imprensa e nem o povo. O que mais me chamou atenção neste episódio dos cartunistas foram os jornalistas se dizendo Charlie Hebdo, numa mostra de corporativismo oportuno, mas sem a precisão correta na analise da questão. Não estou aqui concordando com ataque nenhum, pois ninguém merece morrer por nada, foi isso o que aconteceu com os jornalistas franceses, morreram por nada, até porque, o deboche ateu aos religiosos, a falta de respeito ao credo alheio já era marca desse jornal, que por sinal era ignorada por muitos e não acrescentava nada para ninguém, só promovia a revolta desses terroristas islâmicos malucos e fundamentalistas. Diante de tanta truculência em resposta a liberdade de expressão, será que poderemos dizer que valeu a pena? Ou não poderemos afirmar isso? Uma coisa eu sei: mortos estão os cartunistas, mortos estão os terroristas, morta está à chance da paz existir entre oriente e ocidente, morta está à chance da paz reinar sobre a terra. Eu como cidadão de uma nação onde o cristianismo é a maioria e fazendo parte desse conglomerado de gente, não sou Charlie, e digo mais: não sou comunista, não sou terrorista, não sou islâmico. Eu sou cristão e faço parte de uma classe que o meu governo odeia, aquele que trabalha, da classe média, hétero e evangélico, portanto, reafirmo sem ódio algum: Não sou Charlie Hebdo e nem bolivariano! E você?